Parceiros

infraero.jpg


Designed by:

A UFMS vai à Escola

Resumo da Proposta:

A proposta do programa UFMS vai à escola é de enriquecer a formação dos acadêmicos participantes, permitindo que o conhecimento adquirido seja colocado em prática e também promovendo o encontro do conhecimento acadêmico com o conhecimento popular.

Nos seus projetos, o programa A UFMS vai à Escola oferece à comunidade atendidas, assistência - médico-odontológica, assessoria jurídica, orientação tecnológica de produção, geração de trabalho e renda e atividades culturais. O público beneficiário é composto por alunos das escolas públicas, aldeias e assentamentos que recebem o atendimento juntamente com sua família.

 

Justificativa

O programa A UFMS vai à Escola iniciou suas atividades em 02 de outubro de 1999 com a proposta inicial de enriquecer a formação dos acadêmicos, colocando em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula e ultrapassando os muros da instituição. No entendimento de que essa troca de experiência auxiliaria na atuação dos futuros profissionais e confirmaria o compromisso social da Universidade pública com a comunidade os atendimentos iniciaram-se inicialmente em Campo Grande e posteriormente, em outras localidades do interior do Estado. Apresentado como um instrumento de combater a desigualdade social, o programa A UFMS vai à escola estendeu suas atividades e aumentou consideravelmente o numero de voluntários.

As informações obtidas nas ações junto à comunidade atendida tem sido um fator fomentador de temas para monografia, mestrado e doutorado, além de oportunizar o conhecimento da realidade de nosso povo para nossos acadêmicos e permitir ações de caráter suavizador ou minimizador da desigualdade. Neste contexto, cumpre a missão da indissolubilidade do ensino, pesquisa e extensão.

Com essa interdisciplinaridade, o programa promoveu o atendimento de mais de cem mil pessoas nos quase dez anos de atuação em pelo menos 15 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul, destacando nos seus resultados, a quebra da barreira existente entre a academia e o saber popular. Os acadêmicos aprenderam na prática, a teoria adquirida em sala de aula e as pessoas atendidas tiveram acesso à saúde de qualidade com ações preventivas e curativas, atividades educativas, propostas de cidadania e de geração de renda.

Dentre as atividades já realizadas pelo programa a UFMS vai à escola, citamos a expedição ao rio Paraguai, às escolas pantaneiras e também a expedição ao Amazonas dispensando atendimentos aos ribeirinhos em Santarém no Pará.

Levando em consideração que a questão da pobreza em qualquer nação aparece em diversos ângulos, e todas opções não têm dado uma resposta condizente às causas da origem de tal fato, toda a ação em prol do combate a desigualde, é bem vindo;

Considerando que, a educação é um instrumento base para a inclusão social e produtiva.

Transformadora de fato, e que a vivencia acadêmica é uma ferramenta poderosa do ensino-aprendizagem, justifica-se o presente programa.

 

Objetivos

1.Contribuir para a formação integral do acadêmico e para o exercício da prática profissional, ética e humanizada;

2.Fomentar atitudes socialmente responsáveis a partir da formação de um profissional capaz de interagir com a comunidade;

3.Oportunizar ao acadêmico o desenvolvimento do seu potencial para atuar com o compromisso de agente transformador e promotor da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida das pessoas;

4.Garantir atendimento biossocial à população em geral, com elevação na qualidade de vida das pessoas;

5.Levar orientações preventivas à família de forma integral e universal, contribuindo para a formação de estudantes, pais e funcionários dos locais de atendimento, no que diz respeito à saúde, educação,cidadania e lazer;

6-Promover a integração entre os acadêmicos de diferente área de conhecimento da UFMS;

9.Possibilitar a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos pelos acadêmicos.

10 Promover a troca de saberes.

 

 

Metodologia

As atividades acontecem mensalmente em escolas públicas, escolas pantaneiras, escolas indígenas e escolas de assentamentos rurais. Para participar da seleção, as escolas enviam no segundo semestre de cada ano (julho a dezembro), ofício solicitando a parceria, com descrição das maiores dificuldades, número de alunos atendidos e uma justificativa no interesse da parceria.

No período de janeiro a março de cada ano letivo, é feita a seleção de quatro escolas que Recebem os voluntários por um período de um ano.

A execução dos projetos na comunidade selecionada é realizada pelos acadêmicos voluntários participantes, organizados em áreas específicas com caráter interdisciplinar, sendo definido coordenador discente para a organização da equipe e um professor orientador para acompanhamento pedagógico.

Para definição da proposta a ser desenvolvida na comunidade selecionada, é aplicado questionário semi estruturado tendo o objetivo do conhecimento prévio das demandas. Após mensuração dos dados é então elaborado o plano de trabalho específico para cada curso respeitando o calendário acadêmico.

Os instrumentos metodológicos utilizados nas ações estão fundamentados na metodologia participativa, com detalhamento das atividades definidas a partir das discussões iniciais com a comunidade. Estas discussões objetivam conhecer as percepções dos participantes sobre suas reais necessidades e oportuniza a discussão sobre as possibilidades e limites das ações a serem realizadas, bem como o redirecionamento de algumas propostas com intervenções necessárias.

A avaliação é processual e continuada, seguindo as seguintes etapas de monitoramento e avaliação: diagnostica, formativa e somativa.

 

 

PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS

  • Recebeu em 2000 a premiação de lº Lugar na Monografia , promovido pelo Ministério da Justiça, Prêmio Direitos Humanos – 2000, com  intitulação “Como Desenvolver  Uma Cultura de Paz num mundo Globalizado”,  da acadêmica de Direito Tatiana Quevedo de Souza.
  • Foi disponibilizado na página do MEC para divulgação como projeto modelo no banco de ações educacionais Acorda Brasil em 2001
  • Em 2004 foi recebeu o l° lugar na categoria Projeto Social em evento promovido pela Associação Paulista de Medicina – USP – Outubro - Ribeirão Preto-SP
  • Em 2003-2004 teve financiamento do SESU-MEC para execução do Projeto apresentado ao PROEXT “Capacitação de Professores da Rede Pública de Ensino em Campo Grande-MS”
  • Recebeu em 2004 -Monção honrosa da Câmara Municipal de Vereadores de Campo Grande –MS, com votos de congratulações aos acadêmicos  e professores participantes do Projeto UFMS VAI A ESCOLA.
  • Em 2005,foi aprovado para coordenar  o Mapeamento da Economia Solidária em Mato Grosso do Sul – SIES – Fase II/SENAES/MTE/Banco do Brasil
  • Selecionado pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) – seção MS para desenvolver ações de inclusão produtiva de Jovens.
  • Indicado e conveniado para responsabilização de execução de oficinas  gratuitas nos três  maiores parques culturais do Estado de MS: -   Parques Jacques da Luz, Airton Senna, José Otávio Guizzo.